Soja tem alta no Sul, mas mercado segue parado 

O mercado da soja no Sul do Brasil apresentou prêmios mais firmes nos últimos dias, mas as negociações seguem limitadas pelas incertezas relacionadas às dívidas dos produtores, segundo análise da TF Agroeconômica.

No Rio Grande do Sul, os preços subiram no porto, com cotação de R$ 135,80 para entrega em maio e pagamento em junho, alta de 2,11%. No interior, as indústrias ajustaram os preços conforme cada região: R$ 132,00 em Cruz Alta, Passo Fundo e Ijuí, enquanto Santa Rosa e São Luiz tiveram leve queda, chegando a R$ 131,00. Já o preço de pedra em Panambi recuou para R$ 118,50 a saca.

Em Santa Catarina, apesar de uma boa safra, o mercado permanece travado devido à pressão externa. As cotações variaram entre R$ 125,00 e R$ 130,00 no interior, com registros de até R$ 132,52 no porto de São Francisco e R$ 131,42 no Oeste do estado. A logística catarinense, favorecida pela proximidade dos portos de Itajaí e São Francisco, ajuda a equilibrar os preços. Em Itajaí, o preço estimado ficou em R$ 132,68, seguindo a referência de Paranaguá.

No Paraná, a colheita foi concluída e as vendas seguem em ritmo moderado. No porto de Paranaguá, a soja foi cotada a R$ 134,26, com leve queda de 0,04%. Nas praças do interior, os preços ficaram em R$ 118,57 em Cascavel (+0,63%), R$ 118,97 em Maringá (-1,68%), R$ 119,20 em Ponta Grossa (-2,06%) e R$ 133,66 em Pato Branco (+0,70%). No balcão de Ponta Grossa, a saca foi negociada a R$ 130,00.

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