O mercado futuro da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou a terça-feira (10) com um comportamento misto, refletindo a cautela dos investidores e a ausência de grandes novidades. O contrato de julho, referência para a safra brasileira, registrou uma leve alta de 1,75%, fechando a US$ 1057,75 por bushel. Já o contrato de agosto teve uma valorização mais discreta, de 0,17%, a US$ 1049,50.
Nos derivados, o farelo de soja para julho subiu 0,14%, alcançando US$ 295,9 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja se destacou com alta de 0,87%, cotado a US$ 47,79 por libra-peso. O suporte ao óleo de soja veio, principalmente, da redução das importações de biodiesel pelos Estados Unidos, o que contribuiu para enxugar a oferta no mercado.
Apesar dos movimentos positivos, o dia foi marcado por uma certa morosidade. O andamento do plantio da soja nos EUA e a manutenção da qualidade das lavouras dentro do esperado contribuíram para a estabilidade dos preços. No Brasil, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) manteve suas projeções para a safra já colhida, sem alterações significativas.



