Ministro nega atraso na liberação do Plano Safra e classifica críticas como fake news

O governo federal reagiu às acusações de que os recursos do Plano Safra 2024/25 não estariam sendo liberados ao setor agropecuário. Diante da repercussão de críticas de entidades e produtores, foi feito um pronunciamento categórico negando qualquer atraso nos repasses e classificando as alegações como desinformação.

De acordo com o governo, os valores para a atual safra estão disponíveis desde o dia 1º de julho, conforme previsto no calendário oficial. A equipe técnica argumenta que todos os sistemas operacionais necessários já estão ativos e que o cronograma está sendo cumprido de forma regular, tanto para pequenos produtores quanto para médios e grandes.

O Plano Safra 2024/25 foi anunciado com um volume recorde de R$ 400,59 bilhões em crédito rural para a agricultura empresarial e R$ 85,7 bilhões para a agricultura familiar. A expectativa é de que os recursos fomentem investimentos, custeio e comercialização da produção agropecuária em todas as regiões do país.

As críticas sobre supostos atrasos teriam partido de parlamentares e representantes do setor produtivo, que alegam dificuldades no acesso ao crédito desde o início do novo ciclo. Em resposta, o governo reafirma que não há qualquer interrupção no fluxo de liberação dos recursos e que eventuais ajustes pontuais fazem parte da operação inicial de todo Plano Safra.

Além disso, reforça que todas as instituições financeiras estão habilitadas a operar com as linhas de financiamento e que o produtor pode buscar informações junto ao seu banco de relacionamento. A orientação é que o setor mantenha a confiança no funcionamento do programa, que permanece como uma das principais ferramentas de apoio à produção rural brasileira.

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