O mercado de soja terminou a semana com sinais mistos em diferentes regiões do país. No Rio Grande do Sul, os negócios registraram leve recuperação nos preços portuários: a saca foi cotada a R$ 141,50 para entrega em agosto, com pagamento previsto para 29 de agosto. No interior, as cotações apresentaram variações por localidade – R$ 133,00 em Cruz Alta, R$ 134,00 em Passo Fundo, R$ 133,00 em Ijuí e também em Santa Rosa/São Luiz, com pagamentos planejados entre o final de agosto e os primeiros dias de setembro. Já em Panambi, o preço “de pedra” manteve-se em R$ 122,00 por saca para o produtor.
Em Santa Catarina, o mercado está estável, acompanhando o cenário nacional. A safra de soja projeta alta de 3% em 2025/26, enquanto o consumo de óleo de soja segue elevado, impulsionado pela demanda do biodiesel. No cenário internacional, as expectativas de uma colheita robusta nos Estados Unidos, somadas à retomada das compras da China, influenciam a competitividade global do produto. No porto de São Francisco, a saca alcançou R$ 142,84, com acréscimo de 1,31%.
No Paraná, os preços se mantêm estáveis. Em Paranaguá, a saca ficou em R$ 144,83 (+0,93%); em Cascavel, registrou R$ 128,79 (-0,80%); Maringá teve cotação de R$ 130,89 (+0,58%); Ponta Grossa marcou R$ 131,55 (-0,86%) para entrega FOB; e Pato Branco registrou R$ 142,84 (+1,31%) no balcão.
No Mato Grosso do Sul, o mercado se prepara para a safra 2025/26, com preços no mercado spot em queda: Dourados e Campo Grande cotaram a R$ 123,83 (-0,47%), e Chapadão do Sul registrou R$ 121,05 (-0,07%).
Já no Mato Grosso, apesar da boa procura por vendas futuras, os preços recuaram em várias praças: Campo Verde e Primavera do Leste fecharam a R$ 121,96 (-1,37%); Lucas do Rio Verde e Nova Mutum apresentaram alta de 1,42%, cotadas a R$ 122,82; e Rondonópolis também marcou R$ 121,96 (-1,37%). Em Sorriso, o valor foi de R$ 122,82 (+1,42%).



