O índice de ruptura — que mede a ausência de produtos nas gôndolas dos supermercados brasileiros — caiu para 12,2% em julho, representando uma redução de 1,4 ponto percentual em relação a junho, quando o indicador estava em 13,6%.
A melhora no abastecimento foi impulsionada por itens essenciais como açúcar, arroz, azeite, café e feijão, que apresentaram maior disponibilidade nas prateleiras. Em contrapartida, os ovos foram o único segmento a registrar aumento na falta de produtos, passando de 20,7% para 21,6%.
De acordo com Robson Munhoz, diretor de Relações Corporativas da Neogrid, o recuo reflete um comportamento mais seletivo dos consumidores, aliado à estabilidade do varejo alimentar em julho. Segundo ele, não se trata exatamente de desaceleração, mas de um consumo mais racional em um mercado que não registrou crescimento no período.



