O mercado brasileiro de trigo segue em ritmo lento, marcado por baixa liquidez e negociações pontuais. Compradores e vendedores adotam posições defensivas enquanto aguardam a chegada da nova safra.
Os preços, por sua vez, permanecem relativamente estáveis, ainda que sob pressão. Entre os fatores que exercem pressão estão a oferta mais robusta local, a concorrência de trigo importado, sobretudo da Argentina, e os custos elevados de produção.
Analistas destacam que muitos agentes preferem não fechar negócios agora, na esperança de melhores condições futuras. Essa postura de espera acentua a rigidez do mercado, dificultando a liquidação de lotes existentes.
A tendência é que, com o avanço da colheita e maior disponibilidade de trigo novo, ocorra ajuste nas cotações. Até lá, o mercado deverá permanecer cauteloso, com pouco movimento e ampla sensibilidade às variáveis externas.



