Apesar das isenções concedidas a setores como saúde, transporte e educação, a Região Sul do Brasil tem sido a mais afetada pelo aumento nas alíquotas de PIS e Cofins sobre combustíveis. O chamado “tarifaço”, em vigor desde o início de julho, tem pressionado os estados do Sul a adotarem medidas para mitigar os impactos econômicos.
Governos estaduais vêm buscando alternativas para amenizar os efeitos do reajuste nos preços da gasolina, do diesel e do gás de cozinha, que afetam diretamente o custo de vida da população e a competitividade de setores produtivos estratégicos. Em alguns casos, já há iniciativas em curso para revisar tributos locais ou criar programas de compensação.
A medida federal, que inicialmente visava reforçar a arrecadação, acabou gerando reações de diversos segmentos da sociedade, principalmente no Sul, onde o consumo de combustíveis tem maior peso nas cadeias logísticas e na matriz econômica regional. O debate em torno da necessidade de equilíbrio fiscal versus o impacto sobre a economia real segue mobilizando autoridades e lideranças empresariais.



