Soja recua em Chicago com expectativa de acordo entre EUA e China; milho mantém estabilidade

Os contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago encerraram a sessão desta quarta-feira em queda, refletindo a cautela dos investidores diante da incerteza sobre um possível acordo comercial entre Estados Unidos e China. A commodity recuou entre 0,12% e 0,19%, acompanhada por perdas no óleo e no farelo de soja.

A pressão negativa veio principalmente da redução da demanda chinesa, que elevou a preocupação sobre os fluxos globais de exportação. Apesar disso, o clima seco no cinturão agrícola norte-americano limitou uma desvalorização maior, já que pode comprometer o rendimento das lavouras.

No Brasil, os preços da soja apresentaram alta em diversas regiões, impulsionados pela perspectiva de que a China amplie suas compras na América do Sul. Barreiras (BA) registrou valorização de 8,21%, Luís Eduardo Magalhães (BA) avançou 8,47%, Uruçuí (PI) subiu 6,25%, e Canarana (MT) teve alta de 5,46%.

Já o mercado do milho permaneceu estável em Chicago, com leves variações negativas próximas à linha de estabilidade. A expectativa de safra recorde nos Estados Unidos, impulsionada pelo aumento da área plantada e da produtividade, garantiu firmeza aos preços.

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