Os contratos futuros da soja fecharam em queda na Bolsa de Chicago, pressionados pela expectativa de uma safra recorde no Brasil. O vencimento para novembro recuou 0,60%, enquanto o contrato de janeiro caiu 0,61%. A ausência de novas compras da China e ajustes técnicos também contribuíram para a retração nos preços.
No mercado de milho, o movimento foi misto. Na B3, alguns contratos futuros registraram leves altas, enquanto outros recuaram ao longo da sessão, refletindo as variações cambiais e a liquidez interna. Já em Chicago, os preços do cereal encerraram em queda, influenciados pelo avanço da colheita nos Estados Unidos e pela incerteza quanto à produtividade final das lavouras norte-americanas.
Esse cenário reforça a pressão internacional sobre as cotações das commodities agrícolas, ao mesmo tempo em que o mercado interno segue atento ao câmbio e à demanda doméstica.



