Os contratos futuros de milho na B3 fecharam a semana com ganhos, influenciados pela valorização do dólar e pelo recrudescimento das disputas comerciais entre EUA e China. Segundo dados da TF Agroeconômica, os vencimentos de novembro/25, janeiro/26 e março/26 registraram altas semanais de R$ 1,90, R$ 1,56 e R$ 0,93, respectivamente, com preços de R$ 67,88, R$ 70,04 e R$ 71,87.
No mercado físico nacional, a média Cepea apontou elevação de 0,68%, reforçando o momento positivo para o cereal.
Em contrapartida, no exterior, o milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) operou em queda: o contrato de dezembro recuou 1,26%, enquanto o de março caiu 1,15%. A colheita americana em ritmo acelerado, aliada à ausência de novos dados do governo dos EUA, contribuiu para pressionar os preços internacionais.
Para os produtores nacionais e exportadores, o cenário oferece oportunidades pontuais, especialmente para aqueles com estoques disponíveis e posição desfavorável no mercado cambial. No entanto, continuam sob vigilância fatores como os desdobramentos do comércio internacional, os informes agrícolas dos EUA e a evolução do câmbio.



