Instituto Aliança Empresarial amplia conexões globais em missão de inovação em saúde nos Estados Unidos

A busca por soluções inovadoras e fortalecimento de parcerias internacionais levou o Instituto Aliança Empresarial a participar da Future Health Experience (FHX), missão internacional organizada pela Atitus Educação e pela Connect Health. A presidente-executiva do Instituto, Márcia Capellari, integra a comitiva formada por empresários, pesquisadores e lideranças do setor de saúde do Rio Grande do Sul, que está nos Estados Unidos até o dia 25 de maio.

A programação inclui visitas e imersões em alguns dos principais centros de inovação do mundo, como Harvard University, Massachusetts Institute of Technology (MIT) e laboratórios de referência em inovação hospitalar e empresarial. O grupo busca entender como a integração entre educação, pesquisa e mercado impulsiona soluções para desafios globais na área da saúde.

Durante a missão, o Instituto Aliança Empresarial apresentou seu modelo de atuação e destacou a importância da colaboração entre universidades, empresas e o setor público. As atividades também discutem metodologias aplicadas à inovação, com foco no desenvolvimento sustentável e na transformação de conhecimento acadêmico em valor econômico e social.

Um dos pontos que mais chamou a atenção, segundo Márcia Capellari, foi a expressiva presença de profissionais brasileiros e latino-americanos nos ecossistemas de inovação dos EUA, principalmente nas cidades de Boston e Pensilvânia. “Muitos deles começaram suas trajetórias acadêmicas nos seus países de origem, mas encontraram nos Estados Unidos acesso a mercados maiores e incentivos, especialmente nas áreas de inteligência artificial”, relata.

Márcia também destaca a cultura de colaboração como um diferencial dos ambientes visitados. “Existe um ecossistema baseado na confiança, onde soluções bem-sucedidas são rapidamente conectadas a novas oportunidades. O compartilhamento de erros e acertos é encarado como parte essencial do processo de inovação”, pontua.

Outro aspecto observado é a forma natural com que profissionais de diferentes áreas — como engenheiros, médicos, psicólogos e arquitetos — trabalham de forma integrada, sempre potencializando seus projetos com o uso de tecnologias emergentes e inteligência artificial.

A missão reforça ainda a importância de transformar conhecimento acadêmico em geração de valor para a sociedade e para a economia. “Sempre digo que precisamos transformar paper em PIB. Essa é uma das maiores lições que essa experiência nos deixa”, afirma Márcia.

Para ela, a experiência reforça o compromisso do Instituto em promover inovação com impacto social e econômico. “Temos acesso a modelos internacionais de sucesso que podem ser adaptados à nossa realidade. Mas, antes de buscar o mundo, nosso desafio é gerar transformação local, impactando pessoas e comunidades”, finaliza.

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